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Bayonetta – A bruxa está solta agora no Xbox One

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Graças a retrocompatibilidade no Xbox One, muitos jogadores irão se encontrar pela primeira vez com a bruxa mais famosa dos videogames. Bayonetta foi anunciado como um dos títulos do Games With Gold de Agosto para Xbox 360. O jogo estará disponível para download na Live Gold entre os dias 01 a 15 de agosto.

Bayonetta é mais uma cria do designer, diretor e produtor Hideki Kamiya, criador de inúmeros jogos icônicos como Resident Evil, Onimusha, Devil May Cry, Okami, Viewtifull Joe, Vanquish, Madworld entre outros. Em parceria com a produtora Sega e na época membro da Platinum Games, o designer de jogos japonês fez um excelente trabalho. E o resultado foi literalmente magico.

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Linda, sensual e com quatro canos fumegantes

Seus cabelos se transformam em roupa e armas – Duas pistolas nas mãos e mais duas pistolas acopladas nos saltos das suas botas. Precisa dizer mais alguma coisa?

A bruxaria vai explodir na sua televisão

Carregado no bom humor, Bayonetta é um jogo de ação cuja premissa básica é não se levar muito a sério. A própria bruxa do título é um deleite visual para os marmanjos de plantão, desfilando seminua na maior parte do jogo.

O game é frenético, satirizando com competência a safra de títulos lançados na geração passada. Combates mirabolantes e inimigos bizarros mostram qualidades ainda impactantes para novos jogadores. Graficamente, o jogo tem gráficos aceitáveis – mesmo para os padrões atuais em alta definição – e as animações garantem legitimidade na empreitada.

Com um pouco de paciência e perseverança, todos os segredos de Bayonetta vão se revelando até o climax final. O jogo leva em média cerca de dez a doze horas para ser finalizado.

Ela é puro êxtase!! ….

Seu forte apelo sexual garantiu uma legião de fãs mundo afora, mas na minha humilde opinião, causou certo impacto negativo para alguns jogadores que não compartilham desse diferencial em um jogo digital.  Um hack n´slash competente, sem dúvidas.

O plot do jogo coloca Bayonetta – desmemoriada após um longo período de 500 anos de sono – no meio de um conflito entre bruxas e sábios, todos com poderes sobre-humanos e realidades alternativas.

Lançado no Ocidente, em janeiro de 2010, é um dos poucos jogos a atingir a nota máxima (40/40) na conceituada revista japonesa Famitsu.

Sua jogabilidade é excelente e compatível com uma curva acessível de aprendizado. Tem ação desenfreada entre combos com tiros, chutes e golpes variados com armas. A habilidade transmorfa da bruxa altera toda a jogatina.

Um poder semelhante ao Bullet Time de Matrix deixa tudo em câmera lenta e Bayonetta aproveita para descer o sarrafo em tudo que aparecer na tela.

O uso do ambiente a seu favor é outro destaque do jogo, claramente inspirado em Devil May Cry. O visual gótico de alguns cenários também tem suas semelhanças compartilhadas com Dante.

A trilha sonora é a única ressalva do conjunto todo. A música se mostra repetitiva e enfadonha – um ponto negativo que não afeta o divertimento – mesmo contando com uma versão remixada de “Fly me to the moon”, de Frank Sinatra.

Os sons ambientes e das armas conseguem captar sua atenção e em alguns níveis se tornam essenciais para se situar na fase. A dublagem ficou ótima e a responsável pela voz de Bayonetta conseguiu o mérito de não banalizar a sensualidade da personagem.

Uma grata surpresa para desfrutar em Agosto

Bayonetta exala sexualidade e alguns closes não são recomendáveis para menores de 18 anos.

Bayonetta é excelente em vários aspectos, principalmente a jogabilidade. Contemporâneo, mesmo após seu lançamento sete anos atrás. É ação rápida e agressiva, com pancadaria e tiroteio em estado bruto com uma bruxa deliciosamente sensual.

Inesquecível para qualquer fã do gênero e imperdível para aqueles que não tiveram a oportunidade de jogar o título na época de seu lançamento.

Você pode ter acesso ao jogo Bayonetta retrocompatível com o Xbox One clicando aqui!

Fica aqui meu mantra semanal e a dica: Todo mundo apertando o START!